Para continuar, informe um telefone e um e-mail — o e-mail recebe o código do Esqueci minha senha e os alertas de segurança.
Empresas do ERP (somente leitura) e incluídas manualmente. Toque numa empresa para ver regime, anexos e dados.
| Código | Empresa | Documento | Classificação | Localização | País | Macro e Micro região | Município | Situação | Origem | Regime vigente |
|---|
Um código do aplicativo autenticador do celular, além da senha, na hora de entrar.
Quem entra no sistema, com qual perfil e em quais empresas. O perfil define o que a pessoa faz; a exceção ajusta um caso isolado.
| Usuário | Perfil | Empresas | Situação | Último acesso |
|---|
Cada perfil é uma combinação de telas e ações. Mudou o perfil, muda na hora para todos que o usam.
| Perfil | Descrição | Usuários | Permissões |
|---|
Divisão regional do IBGE até o município; a região da cidade e os bairros completam a divisão. Toque para descer um nível.
A base de região é a mesma para todos os clientes e é mantida pelo escritório (Gestor › Região). Aqui ela é só de consulta; um bairro novo nasce no endereço, a classificar, e o escritório o classifica.
Com quem a empresa negocia. Um cadastro só: o mesmo CNPJ que compra também vende — os papéis são marcas na mesma linha.
Sem tipo escolhido, vale o endereço de entrega (ou a sede, se não houver entrega) — o mesmo do Mapa.
| Código | Nome | Documento | Tipo do parceiro | Localização | País | Macro e Micro região | Município | Regime tributário | Contribuinte do ICMSConsumidor finalFinalidade da compra | Situação |
|---|
Quem responde por quais parceiros. Quem cadastra um parceiro já fica vinculado a ele; aqui se vincula o resto, vários de uma vez.
| Pessoa | Papel | Parceiro de negócio | Vigência a partir de | Situação |
|---|
O que a empresa compra e vende: classificação, embalagens, fiscal e o de-para com cada fornecedor. O que veio do ERP continua valendo; o que é do escritório completa.
| Imagem | CódigoReferênciaCódigo de barras (GTIN) | Descrição | Unid. Medida | NCM · CEST | Data de cadastro | Peso bruto (kg) | Peso líquido (kg) | Crítica | Homologação | Situação |
|---|
A árvore inteira da classificação, com os níveis definidos em Parâmetros › Itens: cada nível mora dentro do de cima e um ramo pode parar antes do último. Aqui também se agrupa e desagrupa. Cada nível tem a sua tela de cadastro em Produto › Tabelas.
A lista de marcas dos produtos. No cadastro do produto só se escolhe uma destas. Nada é apagado: marca que não se usa mais é inativada, com o motivo.
Os tipos que organizam as observações dos produtos (Geral, Fiscal, Comercial…). Tipo em uso não se exclui: desative.
A tabela oficial (Siscomex), com o IPI da TIPI e o Imposto de Importação da TEC vigentes hoje. Só consulta: quem mantém é o Gestor.
O Código Especificador da Substituição Tributária (Convênio ICMS 142/2018), com os NCM de cada CEST e os seus produtos que já usam ou deveriam usar o código. Só consulta: quem mantém é o Gestor.
A tabela de unidades comerciais do Portal Nacional da NF-e e as siglas usuais dos ERPs, com o uso típico e o cuidado de cada uma. O produto só aceita as da tabela da NF-e.
Os NCM da TIPI que têm exceção (Ex), com o IPI do NCM e o de cada Ex, os seus produtos que usam cada Ex e os que estão sem Ex para conferir. Só consulta: quem mantém é o Gestor.
Os códigos de natureza da receita do PIS/COFINS (tabelas 4.3.10 a 4.3.17 do SPED EFD-Contribuições), com o CST usual, os NCM de cada código e os seus produtos que usam ou estão sem a natureza. O mesmo código se repete entre tabelas: vale sempre tabela + código.
As faixas dos Anexos I a V: até quanto de receita bruta em 12 meses (RBT12) vale cada faixa, a alíquota nominal, a parcela a deduzir e quanto da alíquota é de cada tributo.
Os códigos de benefício fiscal (cBenef) que cada UF exige na NF-e, da tabela oficial da Sefaz: os CSTs do ICMS em que cada código vale, se vale para o Simples, o dispositivo e as observações.
A classificação tributária do IBS e da CBS (Informe Técnico 2025.002 da NF-e): cada cClassTrib com o seu CST, a redução e o dispositivo da LC 214/2025, e quantos produtos e regras usam cada código.
O código com que cada fornecedor conhece o produto (o do XML dele), com as unidades dele na nota — a comercial e a tributável — e o fator de cada uma para a nossa unidade.
O código com que cada cliente conhece o produto (o do pedido dele), com as unidades dele na nota — a comercial e a tributável — e o fator de cada uma para a nossa unidade.
Escolha a empresa, o produto e a operação: o motor mostra CST, base, alíquota e valor de cada tributo, com a lei e a fonte de cada dado. Nada é gravado — é para conferir e testar cenários.
Envie o XML das notas de saída: cada item é recalculado pelo motor, e o que a nota destacou diferente aparece com a explicação e a lei. O número é do motor — nada aqui é palpite.
Vencimentos das obrigações das suas empresas e as datas da legislação — publicação, prazo e início de vigência — por ano, mês, semana e dia.
Os módulos na ordem da implantação de um cliente novo. O progresso é de cada usuário.
As licenças, certificados e registros das suas empresas que já venceram, que estão dentro da antecedência do aviso ou em renovação. Clique para abrir a empresa.
As indústrias das suas empresas (CNAE nas seções B ou C) na PIA-Empresa e na PIA-Produto: quem aguarda a carta do IBGE, quem foi selecionada, o prazo e o que já foi entregue. Clique para abrir a empresa.
As empresas do Simples Nacional e do Lucro Presumido por raiz do CNPJ: quanto faturaram no mês e no ano, quanto falta até cada marca, quanto ainda podem faturar por mês e o que acontece se passar. Clique numa empresa para abrir o Faturamento dela.
Mudanças da legislação federal e da reforma que o agente encontrou e o Gestor conferiu, com o que muda, desde quando e quais produtos, serviços e empresas suas são alcançados.
O que os agentes fiscais propuseram: NCM e CEST de produtos e explicações de divergências, sempre com a fonte. Nada muda no cadastro antes de você aprovar.
Os cartõezinhos da aba Dados da empresa: agrupam as empresas do jeito do escritório (carteira, segmento, prioridade) e viram filtro e coluna na lista.
O caminho de cada venda, do primeiro contato até o orçamento aprovado. O orçamento enviado move a oportunidade sozinho; o aprovado a marca como ganha.
O vendedor informa o tipo de operação e os itens; o CFOP de cada item é classificado pelo sistema e os impostos saem do motor fiscal — nenhum número de imposto é digitado.
O pedido organiza o que vem antes da nota: liberação (crédito, desconto, fiscal), reserva do estoque e o saldo a faturar. A nota de saída é conferida contra o pedido.
Os pedidos de venda travados pelo limite de crédito ou por títulos vencidos do cliente. Liberar ou recusar fica no histórico do pedido, com o motivo; o vendedor é avisado.
Os clientes que você atende, no mapa e na lista, com o que cada um compra. Escolher um filtro centraliza o mapa.
O XML e o PDF ficam guardados como vieram — nada é alterado. A empresa e a direção saem do CNPJ; cada nota mostra a sua situação (autorizada, cancelada…) e o que a estrutura do arquivo já permite apontar, com a base legal.
O XML e o PDF ficam guardados como vieram — nada é alterado. A empresa e a direção saem do CNPJ; cada nota mostra a sua situação (autorizada, cancelada…) e o que a estrutura do arquivo já permite apontar, com a base legal.
Uma linha por operação: a nota e o título financeiro com todos os arquivos ligados — PDF e XML da nota, boleto, comprovante, guias de impostos e os demais documentos. Arraste qualquer arquivo ou tire a foto: o sistema identifica o tipo e propõe; nada vira título nem baixa sem a sua confirmação.
Os documentos das pessoas deste cadastro: identidade, comprovantes, certidões, procurações e recibos. Documento de saúde é dado sensível: só quem tem a permissão abre, e cada abertura fica registrada.
As guias de impostos e os boletos a pagar que vencem nos próximos dias ou já venceram e ainda não têm baixa. Clique para abrir o título ou o pré-cadastro.
Aluguéis, rendimentos e outras receitas da empresa que não têm nota fiscal, mês a mês.
Declaração anual dos aluguéis recebidos e das vendas de imóveis da empresa, para a Receita Federal.
Fechada a competência, ninguém importa, substitui ou exclui nota daquele mês — a trava é do banco e vale para a tela, o e-mail e o ERP. O que chegar depois fica guardado na fila de extemporâneos.
O que os clientes devem à empresa, parcela a parcela. Cada título e cada baixa viram lançamentos no razão financeiro — corrigir é estornar, nunca apagar.
O que a empresa deve aos fornecedores, parcela a parcela. A baixa registra o pagamento feito no banco (sem integração bancária nesta fase).
Crédito de clientes (recebido antes da nota) e adiantamentos a fornecedores (pago antes da nota), com o saldo por parceiro. Compensar abate um título sem dinheiro novo; devolver gera um título de devolução.
O saldo de cada conta (saldo inicial mais o que entrou e saiu pelo razão) e as transferências entre contas da mesma empresa, que não são receita nem despesa.
As condições que o parceiro, o orçamento e os pedidos usam: o nome e as parcelas em dias (28/56 = duas parcelas, aos 28 e aos 56 dias). As parcelas fazem a previsão no caixa.
As formas que o parceiro, o orçamento e os pedidos usam, cada uma com o meio de pagamento que vai na nota fiscal (boleto, PIX, cartão…).
O plano financeiro (o padrão do escritório ou o seu), os centros de custo e os projetos — estes só quando ligados nos parâmetros — e as contas financeiras.
Quais notas viram título no financeiro: gera, não gera ou compensa (a devolução abate o título da nota referenciada), pelo CFOP, com exceções por parceiro, finalidade da compra e empresa.
Notas com CFOP que nenhuma regra conhece: não geram nada sozinhas até alguém decidir — e a decisão pode virar regra para as próximas.
O saldo de cada produto por estabelecimento, depósito e lote, com a posse e o valor ao custo médio. Tudo sai do razão de movimentos: custo pendente e saldo negativo aparecem destacados.
Os movimentos do produto no estabelecimento, na ordem do cálculo, com o saldo e o custo médio acumulados.
O razão de movimentos: o que as notas geraram e os lançamentos manuais. Nada é alterado nem apagado — corrigir é estornar.
O que é seu e está com terceiros (conserto, demonstração, industrialização, consignação, armazém) e o que é de terceiros e está com você, por parceiro — e as remessas com o prazo de retorno vencido.
Para o fiscal e o contábil: o inventário numa data (saldo × posse × valor por produto, a base do Bloco H) e o custo das mercadorias vendidas por competência.
Os locais de estoque de cada estabelecimento: os próprios (loja, almoxarifado), o em trânsito e os de terceiros por parceiro. A posse e a propriedade saem do tipo.
O estoque é ligado por empresa, com vigência: quem é a fonte (o ERP, o sistema completando o ERP, ou o sistema) e o que fazer com o saldo negativo. Sem parâmetro, a empresa não movimenta estoque.
O que espera aprovação, os pedidos aprovados a receber, as entregas atrasadas, os recebimentos divergentes e as notas de compra sem pedido.
O pedido nasce em rascunho, passa pela aprovação (a alçada da empresa) e, aprovado, vira previsão no caixa e saldo a receber. Nada é apagado: cancelar pede o motivo, e alterar depois de aprovado volta para aprovação.
Cada nota de entrada de compra é conferida contra o pedido (pelo xPed da nota ou pelo fornecedor e o produto): quantidade, preço e prazo, com as tolerâncias. O que diverge espera a decisão aqui; o XML nunca é alterado.
Por empresa, com vigência: de onde nasce o pedido (o sistema, o ERP ou não usa), se a nota de compra sem pedido vira pendência e as tolerâncias do recebimento.
Faturamento do ano de cada empresa do Simples Nacional contra o sublimite (R$ 3,6 mi) e o limite (R$ 4,8 mi), somando os estabelecimentos da mesma raiz do CNPJ, com a projeção do ano e o que acontece se passar.
A lista de ramos de atividade (Supermercado, Construção civil…) de onde cada parceiro recebe os seus, na aba Ramo de atividade. Ramo em uso não se apaga: inative com o motivo.
A divisão comercial do escritório, que pode juntar cidades de UFs diferentes. Cada regional reúne UFs inteiras, municípios ou regiões municipais; o parceiro cai nela pelo endereço. É o filtro "Regional de vendas" do Mapa.
O parceiro entra na região pelo município do endereço de entrega (sem entrega, a sede) — no Mapa e na lista. Aqui aparecem os endereços que podem colocar o parceiro na região errada, com a correção.
O que o parceiro é para a empresa (Cliente, Fornecedor, Transportadora…). Os três de sistema não mudam de nome nem se excluem; tipo em uso se desativa em vez de excluir.
A numeração do código de cada tipo fica em Parâmetros › Parceiro de negócio.
Quem responde a quem em cada departamento. Trocar de superior não apaga o passado: a posição ganha uma nova versão a partir da data da troca.
O que cada nível da estrutura decide sozinho. Acima do limite, o pedido sobe ao primeiro superior com alçada suficiente; sem ninguém, vai ao topo do departamento.
Os pedidos que esperam pela sua decisão — os da sua posição e os que foram delegados a você — e o que já foi decidido. Recusar sempre pede o motivo.
Converse com a equipe e peça o que precisa às áreas: a demanda vai para a fila da área, ganha um responsável e um prazo, e fica ligada ao documento de que trata.
Como o sistema se comporta. Cada parâmetro fica na aba do menu onde o campo que ele governa aparece — se você procura pelo código do parceiro, procure em Parceiro de negócio.
O padrão vale para todas as empresas. Escolha uma raiz de CNPJ para mudar só as empresas dela — e um estabelecimento só quando ele precisar ser diferente da raiz.
O que o sistema preenche sozinho, o que já funciona e o que está previsto. Esta tela só mostra — nenhuma integração guarda senha aqui.
A consulta de CEP dos endereços passa por aqui antes de ir à internet. O cadastro vale pelo prazo dos parâmetros do Gestor; depois disso, a próxima consulta atualiza sozinha.
| Atualizado em | CEP | Município | Bairro | Endereço |
|---|
Todos os bairros cadastrados, com o município que já vem neles. É aqui que se faz o vínculo com a região do município.
A base de região é a mesma para todos os clientes e é mantida pelo escritório (Gestor › Região). Aqui ela é só de consulta; um bairro novo nasce no endereço, a classificar, e o escritório o classifica.
| Bairro | Município | Região do município | CEP |
|---|
O sistema em números: quem contratou, quantas empresas usam e quem está conectado agora.
Quantas empresas vencem cada obrigação em cada dia e as datas da legislação. Só números: nomes e CNPJ ficam com cada cliente.
Quem contratou o sistema. O contrato define quantas empresas cada um pode cadastrar.
| Cliente | Tipo | Documento | Localização | País | Macro e Micro região | Município | Empresas | Administradores | Situação |
|---|
Obrigatório no Gestor. Um código do aplicativo autenticador do celular, além da senha.
Quem administra o andar de cima. Não têm acesso aos dados dos clientes.
| Login | Nome | CPF | Tipo | Situação | Último acesso |
|---|
Cada perfil diz o que o usuário pode fazer em cada tela do Gestor. Mudou o perfil, muda para todos que o usam.
| Nome | Observação | Usuários | Direitos | Situação |
|---|
| Código | Nome | Em uso | Ordem | Situação |
|---|
A mesma lista serve aos contatos do cliente e aos do usuário — é por isso que ela fica aqui, num lugar só.
| Nome | Ordem | Situação |
|---|
Licenças, certificados e registros que as empresas podem ter de manter — com o órgão, a esfera e a antecedência do aviso. A aba Licenças da empresa e do cliente usa esta lista. Os que vieram com o sistema estão a conferir.
Os certificados das empresas dos clientes, só para acompanhar a validade. O certificado é do cliente e fica guardado no cadastro da empresa dele: daqui não se baixa, troca, apaga nem usa.
Valem para o sistema inteiro, em todos os clientes. Os parâmetros de cada cliente ficam em Configuração › Parâmetros, dentro do sistema dele.
A base que alimenta o motor fiscal de todos os clientes: os fatos federais de cada NCM (TIPI, TEC, tabelas do SPED) e o ICMS de cada UF. Regra que falta não vira zero — aparece como pendência no simulador.
Agrupam os clientes do escritório (carteira, porte, prioridade) e aparecem como cartõezinhos na aba Dados do cliente.
Onde o projeto está e onde precisamos trabalhar: as pendências por situação, as decisões que esperam o escritório, o que trava o quê e o que depende de nós.
O que o sistema faz, o que está em escopo e como cada parte conversa com as outras. Clique num processo para ver de onde o dado vem e para onde vai.
Para cada CFOP (ou faixa), se a nota gera título, não gera ou compensa. Os clientes copiam este padrão e ajustam o deles; mudar aqui não muda a cópia de ninguém.
As notas emitidas pelos clientes chegam sozinhas quando o CNPJ do escritório ou o CPF do contador está no campo de autorizados a baixar o XML. Cada nota entra no cliente dono pelo CNPJ.
A caixa de e-mail que recebe as notas, o antivírus e o que foi barrado na entrada. O Gestor não vê as notas — elas são do cliente.
Para recomeçar a implantação de uma empresa: apaga os lançamentos escolhidos e, se preciso, os cadastros do cliente. Só enquanto a empresa não está em produção. Antes de apagar, o sistema guarda uma cópia de segurança e um ZIP com os XML originais. No uso normal nada se apaga — esta é a única exceção.
O registro permanente de cada limpeza de implantação: quem, quando, o que saiu e por quê, com a cópia de segurança e o ZIP dos XML para baixar. O download confere se o arquivo ainda é o que foi gravado.
O banco é a única coisa que não está no OneDrive. Aqui se define quando o backup roda sozinho, por quanto tempo guardar, e se o que está gravado ainda abre.
O plano sugerido a todos os clientes. Cada cliente recebe uma cópia e ajusta a dele: mudar aqui não mexe no que já foi copiado. O Gestor não vê os números dos clientes.
A lista de bancos das contas financeiras, a mesma para todos os clientes, com o logo de cada um. O escritório envia a imagem (PNG, JPG, WEBP ou SVG, até 500 KB); o sistema não baixa logo de lugar nenhum. A conta do cliente mostra este logo, a menos que tenha um próprio.
Para enviar vários logos de uma vez, dê a cada arquivo o código do banco no nome (ex.: 341.png ou 001 - Banco do Brasil.svg).
O que cada CFOP faz no estoque, do ponto de vista da empresa, para todos os clientes: entra, sai, não movimenta, transfere pelo em trânsito ou muda a posse (remessa e retorno de terceiros, com o prazo). Cada regra com a fonte; a semente nasce a conferir.
Onde cada campo dos cadastros entra na nota fiscal e nas obrigações fiscais e contábeis, com o tipo e o número de caracteres de cada lugar. O tamanho máximo trava a gravação (o cadastro não aceita texto maior); onde o documento pode sair abreviado, como a razão social na NF-e, só avisa. A semente nasce a conferir, com a fonte de cada número.
O que o sistema já tem para gerar cada obrigação, bloco a bloco, registro a registro e campo a campo, e de onde vem cada dado. A conferir no Guia Prático de cada obrigação.
A base única de produtos, para todos os clientes. Só entra produto com o código de barras confirmado: pelo arquivo importado ou pela consulta automática, quando ela for ligada. O cliente consulta um código por vez, no primeiro passo do cadastro do produto.
Quantos parceiros os clientes têm cadastrados, onde estão no mapa e em que situação: no cadastro, na situação cadastral do CNPJ, com pendência e localizados. Só números, por cidade — nenhum nome ou endereço de parceiro.
Os CNPJs que já passaram pela consulta automática, por qualquer cliente. É daqui que as telas preenchem os dados sem ir à internet. Guarda só os dados cadastrais do CNPJ, cifrados, e não altera o cadastro de ninguém.
| Nome | Documento | Município/UF | Situação cadastral | Simples | Consultado em | Inscrições e sócios | Consultas poupadas |
|---|
Os clientes com empresa do Simples Nacional perto ou acima do sublimite e do limite. O escritório vê o alerta; o faturamento e as empresas ficam no sistema do cliente.
Pessoas físicas mantidas pelo escritório, cifradas. Os clientes só consultam pelo CPF completo, para preencher o nome num cadastro de pessoa física — não há busca por nome do lado deles, e o que eles digitam não entra aqui.
| Nome | CPF | Nascimento | Situação | Cadastros preenchidos |
|---|
A base de CEP é a mesma para todos os clientes, e é mantida aqui. No sistema do cliente ela é só consulta.
| Atualizado em | CEP | Município | Bairro | Endereço |
|---|
Processos de abertura e alteração em andamento, por etapa, os prazos que vêm aí e o que ainda está a conferir nas tabelas.
Abertura e alteração de empresas, passo a passo: cada processo guarda a versão do checklist em que foi aberto.
Os números de cada ano (prazo de entrega, quem é obrigado, desconto simplificado, quotas, lotes de restituição) com a fonte e a data. Mudam todo ano: mudar grava uma versão nova e a anterior fica no histórico.
Os dados do contrato social cruzados com o cadastro da empresa: o que diverge, a gravidade, o fundamento e o ajuste sugerido.
As cidades das empresas dos clientes: onde o passo a passo de abertura e alteração está pronto e conferido, onde falta conferir e onde ainda não há checklist. Só números, por cidade.
O passo a passo de abertura e alteração como dado com versão e vigência (nacional, por UF e por município) e as taxas das Juntas Comerciais.